Monthly Archives: Janeiro 2013

Querem cuscar, é?

Ok, então muito bem Evita, vamos lá alinhar aqui um bocado:

11 factos sobre mim:

  1. Não tenho sono à noite, só de manhã
  2. Sou viciado em desporto
  3. 3 paixões: vinhos, relógios e viagens
  4. ‘Mulher de 4’ é a minha posição preferida
  5. Fico louco com uns ombros femininos bem desenhados, desvendados por um rabo de cavalo e uma camisola de alças ou cai-cai
  6. Gosto de rock e de blues, gosto de escritores crus e mundanos, gosto de filmes de máfia e crime de rua
  7. A melhor forma de uma mulher chegar ao meu coração é pela cozinha
  8. Gosto de chuva e de sol; o céu nublado deprime-me
  9. Não gosto do meu emprego
  10. Tenho uma tendência esquisita para tomar grandes decisões a quente, das quais me arrependo quase imediatamente
  11. Quando tenho pesadelos, levanto-me e vou fumar um cigarro

As 11 Perguntas que a querida Eva gostava que eu respondesse:

1. Qual o teu maior segredo?

O meu maior segredo é odiar contar segredos, porque é nessa altura que eles deixam de o ser.

2. Qual a tua profissão?

Estou ligado à Gestão de Empresas.

3. Há quanto tempo tens o blog?

Sei lá, uns três meses?

4. Qual é o objectivo de teres o teu blog?

Escrever coisas que não diria às pessoas que conheço.

5. Descreve-te numa frase.

“Baby, I’m a genius but nobody knows it but me.” – do velho Bukowski

6. Se fosses uma cor eras..

Preto. Discreto, intemporal.

7. O que te leva a seguir um blog?

Gostar da escrita é importante, mas obrigatoriamente tenho que sentir ‘ligado’ ao blogger.

8. O que te leva a seguires o meu blog (evarevelacoes.blogspot.pt?)

Como disse antes, sinto-me de alguma forma ligado à tua personagem/personalidade.

9. O que te faz feliz?

Um fim-de-semana fora.

10. O que te faz triste?

Pensar que posso estar a fazer tudo errado.

11. Gostaria de conhecer algum blogger pessoalmente? Se sim porquê?

Não necessariamente, há coisas que perdem o encanto quando se perdem o mistério.

Peço desculpa por não dar seguimento à brincadeira, mas fico-me por aqui. Não estou com paciência para o resto, a séeerio!

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Great things with average packaging

Nem sempre as melhores coisas vêm nas melhores embalagens. No caso dos filmes, nem sempre os melhores filmes são os mais publicitados, no caso das séries idem. Mas na música, é na música que esta máxima atinge a sua verdade absoluta. Dificilmente os melhores álbuns e músicas são os melhores, dificilmente as bandas tidas como “super-bandas” são também as melhores. É uma questão de baile de fundo entre editoras, terceiras partes e muito dinheiro envolvido.

Mas além do lado negro da música que se conhece, há outra coisa que vem neste sentido. Ao investigar sobre os anos idos de algumas bandas mediáticas, encontro por vezes autênticos tesouros que são melhores que qualquer um dos singles tão publicitados e promovidos na TV, rádio e internet. Peças que, pela sua crueza, dificilmente seriam exequíveis agora por essas mesmas bandas. Ou porque o seu som evoluiu para algo mais consensual, ou porque a atitude e a inspiração era simplesmente diferentes quando não tinham a luz dos holofotes em si. São peças que representam a música e o talento das bandas em questão no seu estado pré-fama, e por isso gosto de avaliar assim uma banda, pelo que fez na fase pré-fama, como gosto de lhe chamar. Deixo-vos aqui três músicas enquadradas neste cenário – e se se portarem bem e pedirem com jeitinho, o Tio depois deixa mais.

The National – About Today

The Walkmen – The Rat

The Black Keys – Heavy Soul

Enjoy! And have yourselves a great sunday!

New running shoes, yay

Acabei de encomendar uns Nike LunarGlide 3, novinhos em folha. 72€, já com portes. Estou ansioso para pô-los a rolar, a sério. Mas bem posso esperar sentado, ainda demoram 7 dias úteis. Meh…

Uma das melhores que tenho ouvido

A minha namorada disse que me ia deixar por eu ser obcecado pelo futebol, vejam lá. E nisto eu perguntei-lhe: Vais por empréstimo ou em definitivo?

Porque já todos tínhamos saudades

Dos posts sobre o almoço: Lombo de Porco Recheado ou Medalhões de Pescada?

Claro que eu já sei o que vou comer, é só mesmo para vos pôr a salivar e a opinar, como se tivessem voto na matéria. Era só o que faltava.

E quando nem nos amigos podes confiar?

Jantar de amigos, 11 marmanjos reunidos à mesa a comer que nem alarves e a dizer dois palavrões a cada 3 palavras. Subitamente, wild subject appears: Gabriela. Começa-se a falar de uma novela num jantar de gajos, e é neste ponto que eu preparo para me levantar, quando o meu companheiro do lado me puxa para baixo pelo ombro, pacientemente, e explica baixinho – ‘deixa estar, pelo menos é uma novela com gajas nuas’. ‘Uma novela com gajas nuas’, penso. Bem, acho que posso fechar os olhos… Afinal de contas já perdi a conta às vezes que vi o Emanuelle, vou querer acreditar que estes maricões vêm a novela por causa da Juliana Paes. Ok.

E é nisto que a conversa descamba de vez e começam a falar na novela que dá a seguir à Gabriela. Que não tem sequer gajas nuas, pelos vistos. E nisto lá me levanto, ainda incrédulo, para fumar o calmante cigarro lá fora. Fumar não, engolir o cigarro é mais acertado de se dizer. E volto, a medo, com a esperança que estivessem agora a falar de putas, de rock clássico ou de filmes do Guy Ritchie. Mas não, não há mal que não traga pior – agora estavam a falar de novelas antigas. E é neste ponto que eu começo a perceber que de entre 11, só eu e mais 3 não estávamos a falar nem a curtir telenovelas. Os 4 solteiros. Dos 7 que estavam a fazer figura de maricas, 6 são casados.

Não quero ser preconceituoso, mas ou a minha estatística está enferrujada ou noto aqui um padrão assustador. Quase tão assustador como ver um grupo de outrora-homens a falar de novelas à mesa de um restaurante. Quase. Não, nem lá perto.

Não, não é um post sobre a Filipa Xavier

É só isto: Se se visse sequer metade da preocupação com a fome no mundo e as dificuldades do próximo FORA das internetes como se vê NAS internetes, vivíamos num mundo bem melhor. Porque tempo gasto no facebook poderia transformar-se em tempo a ajudar o próximo, working out the karma and stuff.

Vale a pena pensar nisto.

The sun also rises

Neste caso, eu. Depois de 3 dias enfiado na cama, hoje voltei ao trabalho. E o melhor de tudo é que já hoje volto também ao ginásio, mas nada de natação. Só uma aulinha de bicicleta para esticar as cruzes, e vá, lavar as vistinhas porque também faz falta.

Entretanto logo mais à noitinha há sessão de Tarantino, para abrir o apetite para o Django Unchained. Um dos clássicos será: Pulp Fiction ou Reservoir Dogs?

Um belo início de sexta-feira à noite

Queen, vinho do Douro, cigarros. Just landed in heaven.

Até ver não trabalho no Miniver

Nem me chamo Winston, mas às vezes também me farto do telecrã a olhar para mim, cá no escritório. Watching every move i make, every step i take. Eu respiro, ele olha. Eu espirro, ele olha. Se eu sorrio para o computador por alguma razão, ele olha, por cima dos óculos e com cara de “bem, bem, vamos lá ver!”.

Paciência, santa paciência. Tudo o que não tenho.